» Início  » Contato  » Serviços  » O Outdoor  » Notícias  » Tabela de Bi-Semana  » Envio de Arquivos

» EXCLUSIVO!
    Veja todos os nossos
    pontos por Satélite

» Suas Reservas
Como fazer a Reserva?
Nenhuma Reserva.

» Área de Atuação
▪Dourados (147)
▪Maracaju (17)
▪Naviraí (14)
▪Ponta Porã (14)
▪Aquidauana (9)
▪Campo Grande (8)
▪Rio Brilhante (8)
▪Sidrolândia (8)
▪Chapadão do Sul (7)
▪Nova Andradina (7)
▪Três Lagoas (7)
▪Amambaí (6)
▪Caarapó (6)
▪Ivinhema (6)
▪São Gabriel do Oeste (6)
▪Coxim (5)
▪Anastácio (4)
▪Fátima do Sul (4)
▪Itaporã (4)
▪Jardim (4)
▪Bandeirantes (3)
▪Bonito (3)
▪Costa Rica (3)
▪Angélica (2)
▪Aral Moreira (2)
▪Bataguassu (2)
▪Douradina (2)
▪Eldorado (2)
▪Guia Lopes da Laguna (2)
▪Itaquiraí (2)
▪Laguna Carapã (2)
▪Miranda (2)
▪Porto Murtinho (2)
▪Ribas do Rio Pardo (2)
▪Antônio João (1)
▪Bataiporã (1)
▪Bela Vista (1)
▪Bodoquena (1)
▪Camapuã (1)
▪Deodápolis (1)
▪Glória de Dourados (1)
▪Iguatemi (1)
▪Japorã (1)
▪Juti (1)
▪Mundo Novo (1)
▪Nioaque (1)
▪Nova Alvorada do Sul (1)
▪Sete Quedas (1)
▪Sonora (1)
▪Terenos (1)
▪Rio Negro (0)
Total : 338 paineis.

» Empresa Afiliada

 » Notícias
História do Outdoor
São Paulo, Quinta Feira, 14/07/2011

No Brasil, o início com estruturas de ferro e anúncios em bondes

Os homens das cavernas já eram publicitários
A história do outdoor e da propaganda ao ar livre se perde na origem dos tempos. Por absoluta falta de condições tecnológicas (como imprimir um jornal ou montar uma emissora de rádio há alguns pares de séculos atrás ?), o outdoor teve forçosamente de ser o primeiro meio publicitário utilizado pelo homem para divulgar seus produtos, seus serviços, suas idéias.

Na Mesopotâmia, por exemplo, os comerciantes de vinho anunciavam em axones, ou seja, pedras talhadas em relevo. Já os gregos gravavam suas mensagens em rolos de madeira denominados cyrbes.

Na Roma Antiga, a propaganda já era mais próxima do nosso atual cartaz mural: retângulos divididos por tiras de metal eram instalados sobre muros e pintados de cores claras, onde qualquer interessado poderia escrever - com carvão - mensagens de venda, compra ou troca de mercadorias.Nas ruínas de Pompéia foram encontrados, numa única rua, 23 destes quadros destinados à propaganda.

E folheando os livros de história vamos encontrar diversas referências às mais diferentes formas de se anunciar ao ar livre: as inscrições pré-históricas nas cavernas, os hieróglifos egípcios nas paredes dos templos e assim por diante.

Obviamente o cartaz, da forma que hoje o conhecemos, só passou a existir quando se tornou viável a impressão sobre papel. E assim que esta viabilidade se concretizou, a Igreja e o Estado passaram a utilizá-lo sob a forma de monopólio. Ainda na Idade Média, o Estado divulgava seus feitos e a Igreja concedia indulgências através de seus outdoors.

Os cartazes veiculavam as mais diversas mensagens: feiras, festas públicas, convocação de soldados para guerras e até esclarecimentos à população, por ocasião da grande peste que assolou a Europa.

De 1480 até 1820, o cartaz não era nada além de um texto tipográfico com uma vinheta. Em 1772, era tão grande a proliferação da propaganda que a profissão de colador foi regulamentada. Em 28 de julho de 1791, o governo francês determinou que a impressão em preto e branco seria exclusiva para mensagens oficiais. E existe até uma lei - datada de 16 de maio de 1818 - que tornava obrigatória a selagem de cada cartaz colado sobre os muros de Paris, de forma semelhante a nossa atual legislação.

Com a invenção da litografia em 1793, pelo austríaco Alois Senefelder, o aperfeiçoamento da impressão dos cartazes passou a se desenvolver mais rapidamente, tornando-se inclusive objeto de interesse dos artistas plásticos da época. A história registra o pintor Jules Cheret como o autor do primeiro desenho litográfico a cores: Orphée aus Enfers, de 1858.

Arte e propaganda ao ar livre se uniram por iniciativa do próprio Cheret, que reuniu alguns colegas no projeto de transformar as ruas de Paris em verdadeiras galerias a céu aberto, onde o público tivesse um maior acesso à arte. Cartazes multicoloridos de vários artistas foram então afixados nas ruas parisienses.

Daí a estreita relação entre arte e propaganda, inclusive com o famoso pintor Toulouse-Lautrec trabalhando como ilustrador e "diretor de arte" dos cartazes de divulgação dos espetáculos do Moulin Rouge.




© 2000-2018 Seridoor / Desenvolvimento Douranet